Dor Pediátrica: Dra. Danielle Cadide aponta soluções eficazes para esse tipo de comorbidade

Médica revela quais são os sinais de alerta e quando procurar ajuda de um profissional.

A dor pediátrica, que afeta crianças e adolescentes, envolve diversos fatores. Os traumas, as dores musculoesqueléticas, as cefaleias e os próprios procedimentos médicos tendem a ocasionar dores recorrentes que precisam ser avaliadas.

Um estudo publicado em 2024 no Brazilian Journal of Physical Therapy mostra que, em média, 27% das crianças e adolescentes convivem com dores musculoesqueléticas sem causas específicas. Elas podem afetar, além dos músculos, ossos e ligamentos.

“A dor pediátrica, seja ela aguda ou crônica, afeta diversas crianças e adolescentes pelo Brasil afora. A avaliação especializada torna-se essencial nesses casos, uma vez que o atendimento adequado evita problemas maiores.”, revela a Dra. Danielle Cadide, referência em dor pediátrica atendendo em São Paulo e no Paraná, agora também na tríplice fronteira em Foz do Iguaçu.

As dores agudas são aquelas que acontecem repentinamente. A fratura, por exemplo, é um tipo de situação que leva à dor aguda. Já a dor crônica, ou seja, aquela recorrente, persiste por semanas. Há como apontar aqui as cefaleias, conhecidas popularmente como dores de cabeça.

“Quando a dor pediátrica ocorre, faz-se necessário avaliar os sintomas, principalmente quando ocorre na infância ou no recém-nascido. Eles geralmente não têm o pleno domínio da língua para dizer onde está doendo.”, alerta a Dra. Danielle.

Os sinais de alerta para procurar ajuda médica são basicamente quando a dor é muito intensa ou evolutiva, daquelas que pioram gradualmente. Se vêm acompanhada de febre, manchas na pele, vômitos ou dificuldade para respirar, a procura por um profissional deve ser imediata.

“Ao notar que a criança se recusa a andar, a mexer parte do seu próprio corpo, se há aquele choro insistente, levá-la ao médico se torna indispensável.”, avalia a profissional. “É preciso se atentar também à sonolência excessiva, quando a criança passa a dormir demais após uma queda, por exemplo.”

O tratamento eficaz evita alterações na sensibilidade da área afetada. Além disso, evita os impactos emocionais, quando a longo prazo não se busca por um tratamento. A criança ou o adolescente pode ficar traumatizado.

“Identificar o motivo da dor, buscar por uma avaliação médica e tratá-la são os três pilares essenciais quando falamos de dor pediátrica. Portanto, independe de qual dor seu filho ou filha esteja sentindo, aguda ou persistente. Busque por ajuda de um profissional o mais rápido possível. Sempre!”, finaliza a Dra. Danielle.

Publicado por JAIRO RODRIGUES / jornalista e crítico de TV. Participou dos programas ‘A Tarde É Show’, na Rede Brasil de Televisão, ‘Olga’ na RedeTv! e ‘Saúde & Você’ na Record News e Band TV. Na Revista Grandes Negócios atua como diretor, editor-chefe e assina uma coluna que leva seu nome. Instagram: @jairorodriguesoficial